A indústria do entretenimento passa por uma revolução silenciosa, impulsionada pela inteligência artificial generativa. Em 2026, grandes empresas como Netflix e Disney estão investindo pesado em algoritmos que criam narrativas personalizadas em tempo real. Durante o Festival de Cinema de Cannes, a OpenAI apresentou uma ferramenta que permite roteiristas colaborarem com IA para gerar diálogos e cenas de forma interativa.
No mundo da música, artistas como Billie Eilish já testaram concertos holográficos onde a IA ajusta o setlist baseado na reação do público. Já a Taylor Swift utilizou tecnologia deepfake para interagir com fãs em uma turnê virtual, gerando polêmica sobre direitos de imagem.
Os jogos eletrônicos também se beneficiam: a Rockstar Games anunciou que seu próximo título, ‘GTA VI’, terá personagens não jogáveis com comportamentos totalmente gerados por IA, tornando cada partida única. Enquanto isso, a Sony está desenvolvendo óculos de realidade aumentada que prometem transformar parques temáticos da Universal Studios.
Especialistas apontam riscos, como a substituição de empregos criativos e questões éticas sobre autoria. Apesar disso, o mercado global de entretenimento com IA deve atingir US$ 50 bilhões até 2027, segundo relatório da McKinsey.
