O evento que parou São Paulo
O Festival Eletrônico SP, realizado no último sábado, 18 de julho, no Autódromo de Interlagos, quebrou o recorde de público da história do gênero no Brasil, com mais de 200 mil presentes. A atração principal foi o DJ e produtor Alok, que surpreendeu o público ao dividir o palco com um holograma do astro do cinema mudo Charlie Chaplin, em uma performance que mesclava música eletrônica e arte visual.
A polêmica do holograma
Apesar do sucesso de público, a apresentação gerou controvérsia nas redes sociais. Herdeiros de Chaplin emitiram nota repudiando o uso não autorizado da imagem do artista, ameaçando medidas judiciais. Alok se defendeu, afirmando que o holograma era uma homenagem e que a tecnologia foi licenciada por uma empresa especializada.
Recorde e estrutura
Para suportar o público recorde, a organização montou três palcos, sendo o principal com 50 metros de largura e 20 metros de altura. Foram instalados 300 telões de LED e um sistema de som com mais de 500 caixas acústicas. A segurança contou com 2 mil profissionais e 20 ambulâncias. O evento gerou renda de R$ 50 milhões para a cidade de São Paulo.
Alok e a cena eletrônica brasileira
Natural de Goiânia, Alok é um dos DJs mais bem pagos do mundo e o principal nome da música eletrônica brasileira. Com hits como ‘Hear Me Now’ e ‘Never Let Me Go’, ele acumula milhões de seguidores. O festival também contou com apresentações de outros DJs nacionais, como Vintage Culture e Cat Dealers, além da internacional Marshmello.
